Artigos da categoria 'Visitas'
29 de Setembro de 2007
Desde que iniciamos o site, recebemos muitas mensagens para que visitássemos a Lanchonete da Cidade. Um local que, em pouco tempo, conseguiu ganhar prestígio no âmago dos Jardins. Após cinco meses de trabalho, resolvemos carimbar nossa honrosa vigésima visita nela, que é uma das casas da Cia. Tradicional de Comércio, que entre outras, também administra a Pizzaria Bráz e o Bar Pirajá.
Antes de estacionar o carro numa vaga na rua, já pudemos perceber o grande movimento do local. Para quem prefere mais comodidade, pode optar por pagar R$10,00 pelo serviço de valet. Na entrada, havia cerca de 20 pessoas aguardando para serem chamadas. Deixamos nosso registro com o atendente, solicitamos mesa para três pessoas e aguardamos sentados num dos bancos da calçada. Neste ínterim, um garçom nos trouxe o cardápio e ofereceu que fizéssemos um pedido enquanto esperávamos, porém, não quisemos pedir nada.
O cardápio é bastante colorido e, como não poderia deixar de ser, apresenta os itens da casa com nomes típicos da cidade. Alguns hambúrgueres interessantes são: Quitandinha (vegetariano), Piu Piu (frango), Chic (salmão) e Tropicália (lingüiça). Dois bairros tradicionais são homenageados: Mooca (lanche à milanesa com mussarela de búfala, rúcula, tomate, berinjela e abobrinha) e Leblon (queijo camambert, bacon, tomate e alface ervas). Outro detalhe bastante interessante é a homenagem que ele faz com os hambúrgueres,onde o cardápio diz que eles aprenderam a prepará-los quando conheceram a Lanchonete do Seu Oswaldo e uma outra, onde um quadro informa que caso você queira degustar um beirute, deve visitar o Frevinho. As duas lanchonetes citadas já foram visitadas pelos X-Fanáticos.
Logo que sentamos, fomos apresentados ao garçom que iria nos atender naquela noite. O atendimento foi um pouco confuso. Nem todos os funcionários podiam anotar pedidos e, quando precisávamos solicitar algo, tínhamos que esperar. A decoração é bem limpa e agradável. Destaque para alguns detalhes “retrôs” como: discos de vinil e um jogo Gênius. A fachada da lanchonete é toda de vidro, o que possibilita observar o movimento da rua.
Vamos ao que interessa: pedimos um X-Salada Clássico (R$16,50), um Tropicália (leva lingüiça, molho de tomate, queijo com provolone e maionese - R$17,50) e, para fechar, o célebre carro-chefe da casa: Bombom (220 gramas de hambúrguer e molho de tomate - R$14,50). Todos os hambúrgueres são grelhados em brasa de carvão. Pedimos também uma porção de fritas (R$9,50). A lanchonete também oferece outros tipos de batatas muito interessantes como a Batata Doce em rodelas.
Apesar da casa cheia, os lanches não demoraram a chegar. Conforme o cardápio, os lanches vêm com aroma de churrasco. O Bombom, conhecido por ter um hambúrguer enorme, à primeira vista parece não ser muito grande, mas depois de algumas mordidas, ele realmente garante sua fama. O molho de tomate demonstra mais uma vez o Seu Oswaldo criando moda. O X-Salada também tem um sabor diferenciado, chega a justificar seu preço um pouco acima das outras lanchonetes. O Tropicália vem bastante recheado em um pão semelhante ao do Bombom, é um tipo de pão francês preparado na forma de pão de hambúrguer; esperávamos que ele fosse um pouco duro e isso se confirmou em um deles.
Na hora de pagar, um pouco mais de espera até chegar a conta. A casa aceita várias formas de pagamento e o garçom trouxe máquinas de cartão em nossa mesa. Levantamos e cedemos nossos lugares ao próximo grupo que aguardava do lado de fora.
Não deixe de conferir as fotos que tiramos do local. Visite também nosso guia, lá você acessa o telefone, endereço e o mapa da Lanchonete da Cidade.
CHAPA QUENTE
Ambiente clean e agradável
Lanches diferentes
VIAJOU NA MAIONESE
Atendimento ficou devendo um pouco
Faltou um som ambiente típico
AVALIAÇÃO GERAL





Categoria: Visitas, Zona Sul
17 de Setembro de 2007
Noite de sábado, mais uma blitz pelas lanchonetes de São Paulo. Hoje foi dia de viajar no tempo e conhecer uma lanchonete, que está instalada desde 1979, no tradicional bairro do Ipiranga: Kaskata’s. Ela não tem a mesma fama das antigas do Itaim, mas, quem a conhece, sabe muito bem a sua qualidade.
A fachada dela parece com um boteco antigo, mas olhando com certa atenção, percebemos que o local vai muito mais além. Primeiramente, um pequeno “salão principal” ocupado completamente por um balcão e 20 cadeiras. Decorado com azulejos, ventiladores de teto, 2 espelhos grandes, 2 TV’s e muitos quadros com reportagens de revistas e jornais. Seguindo até os fundos, a Kaskata’s possui um segundo ambiente chamado Kaskata’s Bar, com 8 mesas, TV e um belo balcão com todo tipo de bebida.
Assim que sentamos, recebemos o cardápio, que se parece bem com um de restaurante. Nele, a casa oferece desde lanches até saladas e omeletes, passando por pratos rápidos, sorvetes e até sopas. Pedimos um X-Salada (R$9,70), um X-Egg (R$8,60), um X-Burguer (R$7,60) e meia porção de fritas (R$5,90), além dos refrigerantes.
As bebidas chegaram rapidamente e logo após vieram as fritas. Vi que era possível pedir um tubo de maionese de graça, então, aproveitei para testar um aparelho na mesa que dizia: “Aperte para chamar o garçom”. Aparentemente o botão não funcionou, então, depois de alguns minutos, eu mesmo o chamei. As batatas, mesmo sendo meia porção, vieram em quantidade caprichada.
Após mais alguns minutos, trouxeram os lanches. A minha intuição foi confirmada: era o Seu Oswaldo fazendo escola. Os lanches eram muito parecidos, a começar pelo famoso molho de tomate, tinham semelhança inclusive no tamanho, o do Kaskata’s era apenas um pouco maior, porém, o dobro do preço. O hambúrguer estava muito saboroso e fino. No caso do X-Salada, veio com queijo e alface lisa, além do famoso molho de tomate; os outros seguiam o mesmo caminho. Quem estiver com fome exagerada, não se contentará com somente um sanduíche.
De resto, o ambiente era bastante agradável e deu para ficar batendo papo após a refeição. Apesar de poucas mesas, a casa não tinha fila de espera. Na hora de pagar eles aceitam cartões e tickets.
Depois, foi só pegar o carro parado numa das várias vagas da Rua Silva Bueno, já que a lanchonete não oferece estacionamento.
Não deixe de conferir a galeria de fotos e para não se perder, acesse o mapa do local.
CHAPA QUENTE
Sabor dos lanches
Variedade do cardápio
VIAJOU NA MAIONESE
Pelo preço, o lanche é pequeno
AVALIAÇÃO GERAL





Categoria: Visitas, Zona Sul
7 de Setembro de 2007
Feriadão do dia 7 de setembro, cidade vazia, sem nada para comer em casa. Nada melhor que reunir alguns amigos para apreciar um belo lanche. O lugar escolhido foi o Hot Sports Hamburguer, localizado à Avenida Juscelino Kubitschek.
O lugar é uma parada obrigatória para fanáticos por esportes. A decoração é toda dedicada a eles, com direito a vários itens de colecionador, como camisas de times, fotos de atletas e outros.
Logo na chegada, a sala de espera parece um banco de reservas de um time de futebol.
Ao recebermos o cardápio, vimos que todos os lanches e pratos levam o nome de atletas. Portanto, pedimos a porção de fritas Parreira, a porção de mini hambúrgueres Aymoré Moreira (técnico da seleção brasileira na Copa de 1962), um Garrincha e um Beckenbauer. Para beber, refrigerantes.
Já que o lugar é voltado para esportes, quem quiser provar, precisa ter um estômago de atleta, pois as porções e os lanches são enormes. A porção de fritas foi a maior já experimentada pelo site, com direito a catchup especial. Vale a pena!
A porção de mini hambúrgueres também merece atenção, por ser um prato diferente, servido com torradinhas, para comer com garfo e faca. São feitos de carne, acompanhados por mussarela de búfala, rúcula e tomate cereja. Quem comeu, aprovou.
Os lanches são realmente muito grandes. O Garrincha vem com hambúrguer de picanha de 200 gramas, queijo, cubos de bacon, cebola assada, tomate, maionese e gergelim torrado (R$17,50). Já o Beckenbauer é feito de 2 hambúrgueres gigantes, queijo, bacon , maionese e gergelim torrado (R$20,70).
Para pagar, os já tradicionais cartões de débito.
Não deixe de conferir a galeria de fotos e para não se perder, acesse o mapa do local.
CHAPA QUENTE
Lanches e porções grandes
Decoração detalhada
VIAJOU NA MAIONESE
10 reais de estacionamento
AVALIAÇÃO GERAL





Categoria: Visitas, Zona Oeste
2 de Setembro de 2007
Hoje foi dia da dupla X-Fanáticos visitar a Zona Leste. Quem conhece a Av. Anhaia Mello, sabe que ela é uma referência em loja de carros. Pensando nisso, há 1 mês e meio, o ex- piloto de Stock Car, Beto Giorgi e seus sócios inauguraram a Garage Burger. É uma lanchonete temática, referenciando carros, motos e tudo o mais que nos faz lembrar corridas velozes.
A lanchonete se estabelece num ponto bastante movimentado, ocupa um terreno junto a um posto de gasolina e um antigo supermercado desativado, o que garante a oferta de muitas vagas (grátis). Escolhemos fazer a visita no almoço de domingo (14 horas). Horário bem calmo, com poucos clientes. Nesse momento, o local possuía apenas 3 mesas ocupadas.
No lado externo da Garage existem algumas mesas para o cliente que deseja comer aproveitando um ar fresco e a vista da Avenida. Do lado de dentro: mesas, cadeiras e alguns confortáveis sofás. Os detalhes da decoração são bem interessantes: uma moto BSA, dois fliperamas simuladores de corrida GP Brasil (R$1,50 a ficha), grandes lâmpadas penduradas por um fio e dutos de ar na cor vermelha. Destaque para os revisteiros: muitas revistas antigas sobre carros e velocidade. São exemplares da Quatro Rodas, Auto Sprint, Auto Esporte e da italiana Quattro Ruote. Revistas da década de 60 que deixam qualquer interessado por carros com água na boca. Segundo o atendente, alguns acessórios ainda estão por vir: TVs de plasma e karts para adornar a atmosfera. A iluminação externa também não está pronta.
Os cardápios da casa já estavam na mesa. São 3: o menor oferece os pratos executivos, que eles servem no almoço durante a semana; o principal mostra a variedade de lanches, beirutes, porções, bebidas e sobremesas e um outro menu oferece a carta de cervejas da lanchonete. Isso mesmo! Uma lista com cervejas da Alemanha, Irlanda, Holanda, Canadá e Argentina; digna de grandes cervejarias. Os preços variam de R$4,00 a R$37,00 uma garrafa de 750 ml. e, no horário do rodízio de veículos, existem alguns descontos.
Dada a largada, pedimos variações do famigerado X-Salada e um X-Filé Frango (R$7,50). Os hambúrgueres variam em porções de 150 e 200 gramas e podemos escolher entre picanha, calabresa e o tradicional. A maionese está inclusa em todos os lanches. Um X-Salada com hambúrguer de 200 gramas sai por R$10,50. Pedimos uma porção de fritas (R$9,00) e, para beber, refrigerantes e um milk-shake de Nutella (R$16,00). Destaque para os outros sabores diferenciados de milk-shakes: ovomaltine, prestígio e crocante.
A porção de fritas chegou e, em cinco minutos, vieram os lanches. Como condimentos na mesa, a lanchonete tem catchup, mostarda e mostarda preta. A porção de batatas vem em um recipiente diferente do comum e uma quantidade caprichada. Os lanches chegaram em 2 viagens; como eram bem parecidos, gerou um pouco de confusão por parte do garçom. Quanto ao tamanho, não ficam devendo nada; realmente são lanches grandes. O pão é um pouco mais “crocante” e segura bem os ingredientes. A maionese caseira também é de primeira.
Na hora de pagar, a Garage Burger aceita cartões de débito e crédito. Visite nossa galeria de fotos. Para facilitar seu acesso ao local, visite o mapa do local na seção Guia.
CHAPA QUENTE
Tamanho dos lanches
Estacionamento
VIAJOU NA MAIONESE
Atendimento um pouco inexperiente
AVALIAÇÃO GERAL





Categoria: Visitas, Zona Leste
25 de Agosto de 2007
Hoje visitei mais um local que faz parte da história de Sampa, essa lanchonete teve sua primeira casa inaugurada em 1956, a qual se situa à Rua Oscar Freire até hoje. Além dessa unidade, ainda possui uma localizada na Rua Augusta (a escolhida) e outra no Shopping Iguatemi. Estou falando da Casa de Lanches Frevo, para os íntimos, Frevinho.
A localização dispensa comentários, Rua Augusta número 1563, distante apenas uma quadra da Avenida Paulista. Para quem vira da Paulista à direita (sentido centro), fica um pouco antes da primeira esquina; local freqüentado por diversas “tribos” da cidade.
As opções de estacionamento não são muito atraentes. Em horário nobre, de sábado, quando fiz a visita, é mais compensador caçar uma vaga na rua.
Assim como seu interior, a fachada do local é bem pequena. A lanchonete é dividida em pouco mais de 15 mesas para 2 pessoas, acompanhadas de cadeiras de ferro com estofados vermelhos. As mesas possuem uma grade por baixo, onde podemos colocar nossos pertences, um dos detalhes mais interessantes que já vi numa lanchonete. A decoração é feita de artefatos antigos para representar sua tradição, desde os móveis até os ventiladores, que aparentam ter muitos anos de vida. Pelas paredes, há quadros e esculturas fazendo alusão ao ritmo de dança que crisma a lanchonete.
Como disse anteriormente, seu público é eclético: famílias, grupos GLS, amigos, namorados e até casais mais idosos, que devem reviver sua juventude naquele lugar. Eram poucas as mesas vazias. Já que o garçom me proibiu de tirar fotos, só me restou fotografar os lanches (no final do artigo, você tem o link para acessar as imagens).
O visual do cardápio é bastante simples, apenas uma folha sulfite escrita na frente, no verso e plastificada; o suficiente para descrever a enorme diversidade de pratos, lanches, beirutes, porções, massas, pizzas e sobremesas. Pedi um X-Salada (R$10,60), um mini Beirute Double (contra filé, queijo, bacon, tomate e orégano – R$11,60) e uma porção de fritas (R$6,30). Na parte de bebidas, a casa oferece suco, vinho, chope e apenas 3 variedades de refrigerante: Coca, Guaraná e Água Tônica.
Os 3 garçons do local, além do atendimento, fazem a recepção dos clientes, o que deixa-os sempre em constante movimento, dificultando um pouco nosso acesso à eles.
Quando os lanches chegaram, em nossa mesa havia um pratinho com guardanapos, saleiro e shoyu. Precisei esperar um pouco, até que um dos garçons percebesse a falta do catchup e da mostarda. Também não lembraram dos talheres para comer o beirute. Os lanches, com preço médio, têm um tamanho mini. São bastante saborosos, com ingredientes bem acomodados e selecionados, porém, estão longe de matar a fome de uma pessoa com apetite médio. O beirute, mesmo sendo mais caro, é muito pequeno, vem cortado em 4, num pequeno prato de sobremesa. Pelo que pude observar em outras mesas, o beirute de tamanho normal é pouca coisa maior que o mini. O X-Salada vem cortado ao meio e não é um sanduíche para gente grande. As fritas chegaram logo em seguida; após uma “leve” lembrança feita ao garçom. Apesar de virem bem cortadas, são do tipo “PF de boteco”, isto é, para quem precisa fugir do óleo, é melhor deixá-las de lado. No meu caso, são apenas “ossos do ofício”.
Depois de terminada a refeição, nada de bate-papo. O ambiente é agradável, sem barulho excessivo, porém achei melhor liberar a mesa para clientes que estavam chegando.
Na hora de pagar, a lanchonete aceita todos os cartões. A máquina não veio até a nossa mesa, o garçom levou o cartão e trouxe o comprovante para a assinatura; sempre com a “leve” demora, típica de casa cheia.
Para sair da imaginação e sentir o que a casa oferece, não deixe de visitar a nossa galeria de fotos. Se você não conhece muito bem a cidade, trace sua rota através do mapa que fizemos na seção Guia do site.
CHAPA QUENTE
Ambiente
Localização
VIAJOU NA MAIONESE
Custo-benefício para matar a fome
AVALIAÇÃO GERAL





Categoria: Visitas, Zona Oeste
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